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domingo, 7 de julho de 2013

Agridoce.

Perdoa essa minha timidez a toa
Mas é que minha mente voa
E logo perco a graça
Quando tudo tem graça
Quando meus olhos se encaixam
Se embaraçam
No modelar de algum sorriso.
Que riso!
Que ecoa e soa mudo
Como um beija-flor.
Beija-flor que sequestras minha dor
E a transforma num agridoce sabor da nicotina
Numa agridoce energia da cafeína
Num agridoce orgasmo da heroína
Na agridoce
Nostalgia da rotina.

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