Mãos trêmulas enfeitando as vontades metódicas
Tudo para escancarar o ciúme nítido teu
Teu, do mundo, do que um dia exita em ser meu
Mas graças a neurose surrada no meu rosto tal coisa se corroeu.
Não nasci para a vida que amigos levam,
Que todos os seres um dia levam.
Tudo está traçado como se eu fosse algum tipo de desdenho na terra.
E assim, espanca-se e mata-se dentro do meu coração como uma guerra,
e eu vivo todos os dias a lutar
Por esse mal que todo mundo já viu, em outrora já sentiu.
Tudo isso é crise de primeira idade.
Mas se eu tivesse um pedido a fazer seria:
por favor, me leve de volta á placenta,
Que daqui da vida não sai mais dessa de: "experimenta".
Me leva de volta,
e com um aborto quebraria o espírito da moralidade.
Desse grande desalinho que é a sociedade.
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